Apanha
Varas e panais estendidos debaixo das oliveiras, como se faz no Douro há gerações.
24horas, no máximo, até ao lagarLagar de azeite em São João da Pesqueira, numa fábrica de 3500 m² recuperada entre vinhas, amendoeiras e oliveiras do Douro.
Da receção às cubas, oito passos debaixo do mesmo teto. É o coração da Fábrica Douro e a parte que mostramos em cada visita.
Durante mais de trinta anos, este edifício na Estrada Nacional 222 esteve fechado. Hoje é um lagar, entre vinhas, amendoeiras e oliveiras, onde a azeitona do Douro chega de manhã e é azeite ao fim do dia.
Primeiro as máquinas e as vindimas, depois a escola do vinho, agora o lagar.
Antes
A escola
Hoje
A empresa chamava-se Vale Fernando e prestava serviços agrícolas: pessoas, máquinas, preparação de terras, plantação de vinhas e vindimas. Com equipamento moderno, passou a fazer todo o trabalho de apoio à vinha.
Da ligação ao vinho e da parceria com a Duorum, uma das maiores empresas de vinhos do Douro, veio o conhecimento sobre produção de qualidade. Ainda hoje há, em lotes muito especiais, o tinto Poço da Velha, das vinhas velhas da Quinta Fonte do Santo.
Um edifício abandonado há mais de trinta anos, no Lugar da Barroca, foi recuperado para ser lagar e sede da empresa. O equipamento foi escolhido com os especialistas mais inovadores em extração de azeite.
Cerca de 2 000 000 kg de azeitona por campanha. A azeitona é entregue e processada no mesmo dia em que é colhida, para não ganhar defeitos.
Varas e panais estendidos debaixo das oliveiras, como se faz no Douro há gerações.
24horas, no máximo, até ao lagarSaem folhas, ramos, pedras e terra. Cada lote é pesado e identificado em caixas próprias.
A azeitona é triturada até se transformar numa pasta, que segue para as batedeiras.
Movimentos lentos e contínuos, durante 50 a 60 minutos, fazem a primeira separação do azeite.
<27°Cextração a frioA pasta separa-se em duas fases: o azeite clarificado e o bagaço de azeitona.
Retira ao azeite a água residual e as impurezas líquidas que ainda possam existir.
O azeite é pesado para saber o rendimento da azeitona, e a acidez é verificada por titulação.
Decanta ao abrigo da luz e do oxigénio, até ao enchimento.
2–3meses a decantar
Oliveiras com mais de 300 anos, nas encostas do Douro.
Das cerca de 20 variedades de azeitona da quinta, predominam a Cobrançosa e a Verdeal. Seleção cuidada e colheita manual para um azeite de frutado intenso, com erva recém-cortada, rama de tomate e folha de oliveira.
A apanha começa no fim de outubro e acaba no início de janeiro. Em Trás-os-Montes e Alto Douro o olival é sobretudo de sequeiro, e o método tradicional é a vareja.
Durante a campanha, o lagar trabalha também a azeitona de pequenos agricultores da região.
Três coisas que mudam o que se sente na boca. Explicamos tudo na prova, e aqui.
Cada azeite tem a sua prova. Toque num nome e veja o que vai encontrar.
500 ml · Cobrançosa e Verdeal
De oliveiras com mais de 300 anos, nas encostas da Quinta das Fiandeiras. Seleção cuidada e colheita manual.
Junte a família ou o grupo e venha ver como se faz o azeite do Douro.
A nossa equipa mostra e explica todas as fases, da receção da azeitona à transformação e ao armazenamento.
Os nossos olivais, a apanha tradicional da azeitona e todo o processo no lagar.
Dois azeites Fábrica Douro, para distinguir as diferenças entre um azeite maduro e um verde.
Os mesmos dois azeites, com um cesto de pão tradicional da região.
Experiências à medida do grupo, com reserva até 5 dias antes.
Pratos da casa, de chefs amigos e da avó Virgínia, todos com um bom fio de azeite.
Uma fatia de pão tostado, um bom fio de azeite e o que houver de fresco.
Apresentada em direto na Praça da Alegria, na RTP1.
Também conhecidos como sodos ou azeiteiros. Rende 120 a 150 biscoitos, no forno a lenha.
Mostrada no programa Você na TV, na TVI.
Para uma refeição leve ou uma entrada, com laranjas e o nosso azeite.
Figos maduros, numa entrada ou no prato principal.